Sul do Amazonas Sofre com Insegurança

Imagem G1 Amazonas

Em matéria publicada pelo G1 Amazonas no ano de 2014, ainda é realidade na região Sul do Amazonas, que tem sido palco de uma série de conflitos e alvo de ações criminosas, onde a falta de fiscalização e de policiamento federal nas BRs-230 (Transamazônica) e 319 (Porto Velho-Manaus), têm favorecido a insegurança local.

Com as fronteira abertas, a região Sul do Amazonas, tornou-se em reduto de quadrilhas fortemente armadas, rota do tráfico internacional de drogas, conflitos com povos indígenas, foragidos da justiça, conflitos agrários, desmatamentos, homicídios, etc. Cerca de 10 (dez) municípios formam a região Sul do Amazonas, são eles: Pauini, Boca do Acre, Canutama, Tapauá, Lábrea, Humaitá, Manicoré, Apuí, Novo Aripuanã e Borba.

Onde Apuí e Lábrea sofreram com assaltos à banco, atraídos pela facilidade na rota de fuga pela rodovia Transamazônica, sendo possível percorrer cerca de mil quilômetros sem sequer serem abordados, há policiamento da PRF, com efetivo insuficiente. Em Humaitá, houve tentativa de assalto a um carro forte, a última em 2018. Se houvessem outros postos de fiscalização da PRF na BR-230, Km-150 rodovia do Estanho sentido Apuí e na BR-319, Km-100 comunidade Realidade, sentido Manaus, iriam coibir assaltos, conflitos de terras e com os índios, e inibir o tráfico de drogas.

A BR- 230, Transamazônica, que inicia-se em Lábrea e corta terras indígenas (Diahoi ou Jiahui, Tenharin) e cerca de sete desses municípios, até adentrar no estado do Pará, prefeitos estão se mobilizaram para reivindicar do governo federal, onde a sociedade criou o grupo “Segurança e Paz para o Sul do Amazonas”, com mais investimentos e ações de segurança na região, mas NADA FOI FEITO ATÉ AGORA, ficamos esquecidos por esses desgovernos do PT há mais de 14 anos.

O que preocupa mais ainda a região, foi a inauguração da ponte entre Porto Velho-Humaitá, sobre o Rio Madeira, que trará novo fluxo de pessoas e veículos de todas as regiões do país, além de não haver intensa fiscalização do tráfego de embarcações pelos principais Rios, Madeira e Purus, que cortam a região.

Recentemente houve a instalação de uma agência fluvial da Marinha do Brasil em Humaitá-AM, mas com um efetivo muito reduzido, e a falta de embarcações de grande porte, não dão conta de toda a fiscalização na extensão do Rio Madeira e seus afluentes, que são rotas de tráfico de drogas.

Gilberto Marinho via G1 Amazonas

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